segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ser que Amo

Enfim...
Ai estar, aquilo que se faz por entre ás nuvéns...
É o meu medo, meu desassosego que esta por chegar.
Mais eu não a temo.
Eu a venero.
E como cão feroz,
cuidadosamente, eu a vigio;
afim de agarra-la nas emboscadas da vida.
Curva-se sobre os céus, que vigiam os vales.
Não sei se nada em te, cabe de alegrias ou felicidades...
E as luzes multuas me provocam.
Me contam "certos segredos".
Não me siga, se não for me ter n'alma!
Brilha o sol no meu ego vazio.
Vem com garas de lobo.
No entanto me quer vivo.
Tão vivo, a ponto de te fazer um ser dantesco.
Surgindo por entre as folhas secas, se faz visível aos meus olhos.
O coração me reclama!!
Mais eu, eu a quero.
Como sede precisa d'agua, pra se matar.
É carma!!
Mais eu a amo.
Sombria; não para os meus olhos.
Acho-te doce...
Assim como água.
Porque será, que pra olhos alheios és escura?
No entanto, a vejo como lírios.
Com tanta doçura, será minha loucura?




             PJDISSONAN!!!

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