Pra ser eu preciso estar.
E pra estar eu preciso ser.
Eu preciso sonhar pra me sentir vivo e completo.
Ás vezes achar errado, pra conhecer o certo.
E ás vezes até confuso.
Para que eu possa , a mim mesmo entender.
Preciso ser livre: feito vento.
E deitar por cima das águas e vales que desconheço.
Assim, mergulho profundamente em mares de paixão.
Ser um nada, pra me fazer tudo.
Sentir um pequeno escuro.
Mesmo com luzes a granel...
Não tenho estrelas, nem céu.
Mas tudo... Tudo parece tão infinito...
Meus olhos tem a cor do entardecer.
A minha face, é um pedaço da manhã tranqüila que posso prever.
Tenho que recusar, para que eu possa provar; dos gostos que tenho vontade.
E essa tal liberdade, que costuma não chegar, sempre que à preciso.
Desistir da saudade.
E assim assoviar, de alegrias que não tenho.
São caminhos longos e ingrimes.
Solos não férteis.
Ruas vazias.
A sede não sacia, como devia saciar.
Não vou depressa.
Pois o caminho é muito, mais muito longo.
Os olhos choram e talvez eu não saiba, "o porque".
Amadureço: feito plantio de mangas e caju.
Quero deitar hoje entre, essas feras.
E se possível, amanhã acordar com anjos.
A vida mageia um rio, que vivo a desconhecer.
Eu não sou deste chão.
Não sei me descrever.
E distante vou... Vou... Pra longe... Longe...
PJDISSONAN!!!
E pra estar eu preciso ser.
Eu preciso sonhar pra me sentir vivo e completo.
Ás vezes achar errado, pra conhecer o certo.
E ás vezes até confuso.
Para que eu possa , a mim mesmo entender.
Preciso ser livre: feito vento.
E deitar por cima das águas e vales que desconheço.
Assim, mergulho profundamente em mares de paixão.
Ser um nada, pra me fazer tudo.
Sentir um pequeno escuro.
Mesmo com luzes a granel...
Não tenho estrelas, nem céu.
Mas tudo... Tudo parece tão infinito...
Meus olhos tem a cor do entardecer.
A minha face, é um pedaço da manhã tranqüila que posso prever.
Tenho que recusar, para que eu possa provar; dos gostos que tenho vontade.
E essa tal liberdade, que costuma não chegar, sempre que à preciso.
Desistir da saudade.
E assim assoviar, de alegrias que não tenho.
São caminhos longos e ingrimes.
Solos não férteis.
Ruas vazias.
A sede não sacia, como devia saciar.
Não vou depressa.
Pois o caminho é muito, mais muito longo.
Os olhos choram e talvez eu não saiba, "o porque".
Amadureço: feito plantio de mangas e caju.
Quero deitar hoje entre, essas feras.
E se possível, amanhã acordar com anjos.
A vida mageia um rio, que vivo a desconhecer.
Eu não sou deste chão.
Não sei me descrever.
E distante vou... Vou... Pra longe... Longe...
PJDISSONAN!!!
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