quarta-feira, 13 de abril de 2011

Babel

Doce vida!!
Cala-se um coração.
Palavras mudas se fazem canção.
E os ouvidos zanzam.
São luzes, cores, amores e uns corações partidos de saudades; por entre as multidões.
As noites se fazem frias.
Uns choram.
Outros riem.
Um lamento se faz feliz.
São outros olhos.
Outros sorrisos.
Outros amigos e um reconhecido.
Por um ou outro destampam sorriso sem migalhas.
Ouros, pratas; riquezas e tanta pobreza.
Por entre estes estão os mais sonhados sonhos. 
A alma é impura. 
O coração não sente. 
As folhas e a semente o vento levou.
O amor acabou em colcheias. 
Consigo ficaram minha lembras.
E quando vêm as lágrimas, acalma-se a alma.
Não gritam sem precisão. 
Calam-se sem permissão. 
E escutam sonetos.
Não há limites... 
Paixão e saudade se misturam.
São perfeitos venenos para deslaserar, qualquer coração.
Quando doí é saudade.
No silêncio é partida.
E se faz despedida, um var de lágrimas ingénuas.
Luz: é escura antes de brilhar.
Onde nem mesmo cão, consegue enxergar.
Amadurecimento: se faz entre dois ou mais encontros.
O toque da mãos mudaram com o passar do tempo. 
Mas os momentos são os mesmos.
Fraquejam, fortalecem, crescem e tomam-se uma vasta raiz.
O choro é uma lei. 
Paga-se com as resistências do coração.






                           PJDISSONAN!!


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